Rita eu vi o seu perfil,mas deve publicar no blog correto. O blog Historia na Escola Joaquim de Moura correto é aquele que tem o texto sobre o Absolutismo para a 8ª série comentar e até o momento não tem nenhum perfil publicado. Precisamos trocar de Blog e reescrever os perfis, porque a maioria deles foram publicados no meu nome e do Júnior. A sua publicação está certa, mas é necessário publicar no Blog certo: www.historianaescolajoaquimdemoura.blogspot.com Desculpe o transtorno.
Prof. Linara
HISTÓRIA NA ESCOLA JOAQUIM DE MOURA DE ITAÍBA
O Blog tem o objetivo de divulgar as atividades desenvolvidas nas aulas de História na EMEF Joaquim de Moura de Itaíba - Santa Bárbara do Sul.
domingo, 19 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Rebeliões no Egito
O Egito foi sacudido por uma onda de manifestações em todo o país exigindo o fim do regime de Mubarak, que oprimia o povo há quase 30 anos. Este foi o maior movimento de protesto que o Egito já viu em décadas. No Cairo e em outras cidades, milhares de manifestantes anti-governo saíram às ruas e lutaram contra a polícia. As manifestações no Egito aconteceram em um cenário de crescente ira pela pobreza generalizada e o desemprego. Aproximadamente metade dos 80 milhões de habitantes do Egito vive abaixo ou um pouco acima da linha da pobreza, ganhando cerca de dois dólares ao dia, conforme os critérios de medição da ONU. Sistemas de educação e de saúde pública de péssima qualidade, ao lado de alto nível de desemprego, deixaram um grande número de egípcios privados de assistência básica. Mas a insatisfação econômica é somente parte de um vasto descontentamento político. Havia uma ira profunda contra as injustiças, as desigualdades e a corrupção do regime de Mubarak. Os apelos para as manifestações foram veiculados por Facebook e Twitter, com 90 mil respostas de pessoas dizendo que participariam. À medida que anoitecia, milhares de pessoas ocupavam a praça central do Cairo. Depois de 18 dias de protestos, prisões e centenas de mortes, o ditador egípcio Hosni Mubarak cedeu: renunciou a um governo que já durava 30 anos e se afastou da capital Cairo. Em seu lugar, assume um conselho militar que pretende governar o país até as eleições de setembro. Como primeiras medidas, a junta decidiu suspender as duas casas do Parlamento e demitir o gabinete ministerial. A saída de Mubarak detonou uma onda de euforia e otimismo, em particular na simbólica praça Tahrir (Libertação), no centro da capital, espécie de quartel-general dos manifestantes. No entanto, o clima político é de incertezas, a começar pelo papel que caberá à mais organizada força de oposição a Mubarak, o grupo fundamentalista Irmandade Muçulmana. (Fonte: Revista Veja)
Comente as Rebeliões no Egito.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011
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